A arte do olho de pontinho. Ou tracinho. Não fica mais minimalista que isso. Parece um detalhe estético desimportante, mas foi significativo pra mim, cruzar esse portal. E querer ficar desse lado. Tem algo, aqui. Você se sente parte de uma tradição, um cânone.  Ainda que seja uma convenção nascida mais ou menos anteontem, em termos históricos. Talvez por isso mesmo. Numa linguagem tão jovem, tem algo de especial nisso. É reconfortante. E sutil, essa ferramenta de microexpressão. Um milímetro pra lá, um milímetro pra cá e muda tudo. Me faz lembrar um texto onde o Dave Sim falava disso – em se concentrar no ponto exato em que o papel ou o pincel tocava o papel. Imagine isso.

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