Invasões bárbaras

Aqui está, amigos, para quem não teve a chance de ver impresso, capa e centrais da Ilustríssima de ontem, que retratou a pequena cidade onde vivo (Pelotas) e uma movimentação que vem acontecendo aqui, como em outros lugares fora do que costumamos chamar de centro. Centro é uma palavra que perde o sentido a cada momento que passa, o mundo se descentraliza, fica maior e menor ao mesmo tempo, tudo isso. Evoé.

Uma nota paranóica desnecessária: quando falo em fracassos, não estou me fazendo. É que a idéia original era que a matéria fosse ilustrada com nossos retratos e da cidade, o que falhei de fato em produzir – fazer em quadrinhos foi uma forma de aproveitar o que de bom surgiu no processo ( e incorporar o processo ao invés de escondê-lo, o que me interessa cada vez mais). Porque retratar alguém (ou uma cidade) é uma outra coisa, que talvez esteja além de mim. Meu negócio é fazer quadrinhos. Ou ser historietista, como disse uum amigo argentino me disse hoje e gostei tanto.

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